INTRODUÇÃO:
- Lembre-se de sempre desligar a(s) luz(es) quando o ambiente não estiver em uso.
- Elimine o consumo de ar-condicionado. Para isso use um ventilador, de preferência de teto, com a regulagem para apenas circulação de ar sem necessidade de uma ventania. Pode-se eliminar também o consumo de ar-condicionado usando climatizadores evaporativos de ambiente. Esses climatizadores resfriam o ambiente por meio do sistema de aspersão de neblina. Essa técnica contribui para: diminuir a temperatura em até 12 graus, aumentar a umidade relativa do ar, eliminar gases e odores e suprimir a poeira em suspensão. Se não for possível eliminar o ar condicionado, o ideal é diminuir o consumo do equipamento. Para isso basta deixar a temperatura uns dois ou três graus acima do costume (por exemplo: se regulava o ar condicionado para 25°, agora regule para 27°; essa nova temperatura, com certeza ainda será bem agradável e a economia será enorme).
- No caso de aquecimento de um ambiente, diminua ou elimine a corrente de ar vinda de fora, feche portas e janelas, e coloque móveis ou plantas em locais que tenham corrente de ar. Durante o dia permita que entre bastante sol pelas janelas. Se usar aquecedor elétrico, prefira um que tenha circulador de ar,pois ele faz a sensação térmica subir rapidamente sem a necessidade de regular no nível máximo.
- Uma técnica que pode ajudar bastante no equilíbrio da temperatura de ambientes é o uso de vegetação, dentro e ao redor desses ambientes. Para locais sem laje ou forro, construir o telhado verde (cobertura vegetal sobre as telhas) e instalar placas de isolamento térmico sob as telhas também podem ajudar muito.
- Diminua o consumo da sua geladeira. Instale a geladeira longe de portas e janelas para evitar que ela tome sol e tenha que trabalhar mais para manter a temperatura interna. O mesmo pode acontecer se a geladeira ficar perto do fogão, lareira, aquecedor ou máquina que irradia calor. O hábito de abrir a geladeira e ficar pensando o que vai fazer também deve ser mudado; cada vez que a geladeira é aberta sai o ar frio e entra o ar quente do ambiente, por isso evite abri-la várias vezes. Nunca coloque peças de roupas para secar atrás da geladeira; isso também a forçará trabalhar mais.
- Evite usar o ferro de passar roupas. Procure adquirir roupas feitas com tecidos que não ficam amassados. Se estender corretamente as roupas no varal, elas não vão precisar ser passadas.
- Procure lavar as roupas de uma só vez. Assim vai economizar usando a máquina de lavar menos vezes.
- Não use secadora de roupas, use o SOL. Secar as roupas no sol é muito mais saudável porque o sol expulsa os ácaros das roupas.
- Alguns aparelhos têm uma função chamada stand by, que serve para mantê-los ligado em modo de espera. Apesar do equipamento consumir o mínimo de energia nessa condição, ainda estará consumindo. Se possível procure desligar totalmente os equipamentos que você pouco usa. O mesmo acontece com o monitor do computador quando está com o descanso de tela; se for deixar o computador ligado por um longo período sem usar o monitor, desligue-o.
- Recicle ou leve para reciclagem tudo que puder. Cada tonelada de papel reciclado economiza 35% de energia elétrica comparada com a produção de papel novo; uma tonelada de alumínio reciclado economiza até 90% de energia elétrica comparado com a produção de alumínio novo; assim todos os materiais também vão ter sua porcentagem de economia de energia elétrica comparado com a produção de materiais novos.
- Diminua o tempo do seu banho. Obs.: A classe residencial detém 24,8% do mercado de energia elétrica. Um chuveiro elétrico responde pela maior parcela de consumo de energia elétrica residencial, 25% a 35% do total gasto, e segundo estimativa do Procel (2005), calcula-se que o chuveiro consome de 6,2% a 8,7% do total de energia elétrica produzida no país.
Além dessas formas simples, podemos fazer uso de algumas tecnologias limpas para economizar ainda mais energia elétrica em nossas casas, como por exemplo a energia solar.
Como um dos grandes vilões do alto consumo de energia em uma residência é o chuveiro, vamos usar a energia solar para aquecer a água para o banho.
Estudo do consumo de energia elétrica por um chuveiro elétrico | ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
Explicações gerais do projeto experimental do Aquecedor Solar de água feito só com tubos de PVC próprios para água potável.
Esse Aquecedor solar de água é um sistema composto por coletores solares instalados sobre o telhado e ligados em uma caixa de água revestida com isolante térmico, que servirá para armazenar a água que foi aquecida nos coletores. Depois essa água (quente) será usada para o banho.
No box do banheiro vai ter um misturador de água quente/fria e um chuveiro com dimmer (ou chuveiro eletrônico) para servir de suporte térmico para os dias sem sol.
O sistema funciona por termo-sifão, ou seja: a água do fundo do reservatório (água mais fria) vai para os coletores que são instalados abaixo do nível inferior do reservatório; quando o sol bater nos coletores, vai aquecer a água que está dentro deles; a água quente vai ficar mais leve, e será empurrada de volta para o reservatório térmico pela água mais fria (mais pesada) que virá do fundo do reservatório para a base dos coletores. Essa circulação será natural e constante enquanto tiver sol.
Observe no desenho a seguir o esquema completo do circuito hidráulico de uma casa com esse Aquecedor Solar.
| ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
| Aprendendo a dimensionar um Aquecedor Solar feito com tubos de PVC.
Quando uma pessoa vai tomar seu banho, ela consome (além dos produtos de limpeza) dois produtos importantes de uma só vez, que são: a energia elétrica e a água.
Depois marque o tempo que cada pessoa da casa demora no banho; some os tempos, multiplique pela vazão e terá a quantidade de litros de água que a família consome nos banhos por dia. Esse será o valor mínimo para o reservatório térmico do seu Aquecedor Solar, mas como nem todos os dias tem 100% de sol, sempre é aconselhável escolher um reservatório com pelo menos 20% a mais que o valor mínimo. Por exemplo, se a família consome 300 litros por dia, mais 20% serão 360 litros. Como no mercado normalmente temos caixa de 310 ou 500 litros, você vai ter que escolher entre ter um reservatório com um volume muito justo (310 litros) ou ter um reservatório com uma grande folga (500 litros). Como sugestão o ideal é escolher com grande folga; assim a variação de temperatura durante o banho será muito menor (isso porque a água dentro do reservatório não tem uma temperatura uniforme, de cima até embaixo).
Uma vez escolhido o tamanho do reservatório térmico, é necessário calcular a área em m2 (metro quadrado) do(s) coletor(es) solar(es). Para esse cálculo a industria adotou que, para cada 100 litros é necessário um coletor de 1m2 em regiões com boa insolação e temperaturas amenas (um bom centro de referência é a cidade de Belo Horizonte - MG). Se for uma região mais fria e pouco sol (como é o caso de São Paulo - SP) usa-se um coletor de 1m2 para cada 80 litros, e se for muito fria (como o sul do país) usar um coletor de 1m2 para cada 60 litros. Como sugestão, é sempre aconselhável perguntar para pessoas próximas à sua região, que tenham um sistema já instalado, como está a eficiência desse sistema de Aquecimento Solar; essa é a informação mais valiosa para dimensionar a área de coletor ideal para seu Aquecedor Solar. É importante saber que aumentar o número de coletores não vai significar que vai aquecer mais a água, e sim que vai aquecer mais rápido a água, aproveitando melhor cada rajada de sol, fazendo com que tenha mais água aquecida dentro do reservatório térmico em menor tempo. Isso será muito bom se tiverem banhos durante o dia, dando tempo para aquecer a água para os banhos da noite.
A seguir como construir um coletor (aberto - sem cobertura de vidro) com tubos de PVC e com área aproximada de 0,9 m2 (por ser um tamanho que melhor aproveita os cortes dos tubos que normalmente são vendidos em barras de 6 ou 3m). Outro ponto favorável e que vai facilitar muito nossos cálculos é que nesse tipo de Aquecedor Solar, indicado exclusivamente para banho, a temperatura desejada não precisa ser muito alta como é o caso do equipamento industrializado; então use cada coletor (desse manual) como se tivesse 1m2, ou seja:
IMPORTANTE: Sempre lembrar que esse tipo de coletor pode ser construído do tamanho que for necessário (apenas mudando o comprimento dos tubos para se adequar ao tamanho disponível em seu telhado ou cobertura), facilitando muito a sua instalação.
| ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
| Passo-a-passo para a montagem do coletor solar feito com TUBOS de PVC: | ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
| MONTAGEM DO COLETOR
1º PASSO - lixe e limpe com álcool todos os tubos, e nas áreas onde vão ser coladas use solução limpadora (ou preparadora) para tubos e conexões soldáveis de PVC rígido.
| ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
3º PASSO - faça o teste para ver se têm vazamentos.
Para fazer esse teste, existem duas possibilidades, que são:
| ||||||||||||||||||
Veja na figura a seguir, uma sugestão de como construir um tanque para esse tipo de teste. Mas, só construa esse tanque se pretende fazer muitos coletores, caso contrário é melhor improvisar um tanque como piscininha de criança ou plástico comprido (tipo lona de caminhão) com água, uma caixa de água, etc.
| ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
Para fazer o(s) reparo(s), raspe bem o ponto e toda a sua volta, lixe, limpe e depois coloque a cola para selar o furo. Repita o teste de vazamento até ter certeza de que não há mais nenhum vazamento.
| ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
Obs.: depois que o coletor estiver preso sobre o telhado, esse conjunto não tem como se soltar.
| ||||||||||||||||||
| 6º PASSO - montagem final do(s) coletor(es). | ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
Veja no desenho a seguir, um exemplo de montagem com coletores em paralelo. Para unir os coletores pode-se usar luvas soldáveis, mas uma vez coladas não poderá mais mexer nos coletores caso tenha que fazer alguma manutenção. Para evitar fazer as uniões com luvas soldáveis, use luvas de correr, ou união soldável, ou mangotes (com proteção aos raios UV) com abraçadeiras de aço inox para não enferrujarem. Apesar de sair bem mais caro, você terá maior mobilidade para lidar com os coletores. Isso será muito bom se os coletores forem maiores que 1,5m de comprimento ou unir mais que três coletores.
| ||||||||||||||||||
No interior do reservatório, a água fria sempre ficará no fundo por ser mais pesada que a água quente. Baseado nessa lei da física é que foi criado o reservatório térmico (de baixo custo) desse Aquecedor Solar de água.
O reservatório é alimentado pela água da rede pública A (água fria) por uma torneira de bóia. Essa água é direcionada para o fundo do reservatório por um tubo (redutor de turbulência) encaixado na torneira de bóia. Esse tubo, além de direcionar a água fria direto para o fundo do reservatório, tem a função de evitar turbulências, misturando momentaneamente as camadas de água quente e fria.
Pela conexão 1 a água (fria) sai do reservatório para os coletores, e depois de aquecida nesses coletores pela irradiação solar, retorna para o reservatório pela conexão 2 para ser armazenada "quente" e ficar disponível para consumo pela conexão B através de uma bóia pescador, cuja função é captar a camada superior de água de dentro do reservatório (mais quente).
1º PASSO - ESCOLHA DO TIPO E TAMANHO DO RESERVATÓRIO
A escolha do reservatório depende do volume de água que deseja armazenar, além do espaço disponível (normalmente dentro do telhado) para instalar o reservatório e dos recursos financeiros disponíveis. Como base de cálculo use o seguinte exemplo: uma caixa de 200 litros mantém um volume utilizável de 160 litros d'água, que corresponde a +/- 45 minutos de banho com vazão de 3,5 litros/minuto. Deve-se levar em consideração que, conforme a água vai sendo consumida, o volume dentro do reservatório é reabastecido com água fria. Se o reservatório for muito pequeno o tempo do banho deve ser reduzido. Também se podem calcular horários (diurnos) diferentes para os banhos, permitindo que os coletores tenham tempo suficiente para reaquecer a água dentro do reservatório para o próximo banho.
OS TIPOS DE RESERVATÓRIOS (caixas d'água) mais comuns, disponíveis no mercado são:
- de FIBER-GLASS (vários volumes disponíveis).
- de POLIETILENO OU DE PEAD (Polietileno de alta densidade) (vários volumes disponíveis), leve, resistente, longa duração, não tóxica, fácil manuseio, boa vedação (excelente contra a Dengue).
- de AÇO INOX (vários volumes disponíveis), leve, tem longa vida útil, não trinca, não descasca e dispensa pintura.
2º PASSO - FAZER A FURAÇÃO PARA AS FLANGEs (entradas e saídas de águas)
Fazer os furos usando uma furadeira (MAS NUNCA NA POSIÇÃO DE IMPACTO) com serra tipo copo. Caso não tenha a serra copo, desenhe uma circunferência com o diâmetro exato do furo que deverá fazer e use uma broca para fazer vários furos, um ao lado do outro e dentro da circunferência, e depois unir os pontos para retirar o miolo. Com uma lima ou lixa grossa faça o acabamento arredondando o interior da circunferência. Procure medir o diâmetro exato de cada furo, deixando o mínimo de folga suficiente para encaixar as flanges.
| ||||||||||||||||||
| IMPORTANTE: para o caso das caixas de inox, é indispensável o uso de óculos de proteção. | ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
FURO 3 - Saída de água para consumo. Faça esse furo +/- no meio da caixa. Se a caixa for menor que 300 litros, faça esse furo entre o meio e o fundo da caixa.
FURO 4 - Entrada (retorno) de água dos coletores. Fazer esse furo próximo do meio da caixa e do lado oposto ao FURO 2.
Dica: se a caixa for pequena (menor que 500 litros), faça esse furo um pouco abaixo do meio da caixa. Se for uma caixa grande (maior que 500 litros), faça esse furo um pouco acima do meio da caixa.
FURO 5 - Para o ladrão. Faça esse furo o mais alto possível, mas tome cuidado para não impedir o correto fechamento da caixa com a tampa.
| ||||||||||||||||||
| 3º PASSO - MONTAGEM DO REDUTOR DE TURBULÊNCIA
A necessidade de se usar o Redutor de turbulência é evitar que a água fria (camada inferior de água dentro do reservatório) se misture com a água quente (camada superior). Isso porque quando estiver consumindo a água (tomando o banho) a torneira de bóia vai abrir liberando a entrada de água fria no reservatório, e o redutor de turbulência vai direcionar a água fria direto para o fundo do reservatório.
Dependendo do modelo da torneira de bóia, poderá escolher como instalar o tubo redutor de turbulência. Veja nas fotos a seguir dois modelos de torneira de bóia e as opções para instalar o tubo redutor de turbulência.
| ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
4º PASSO - MONTAGEM DO PESCADOR
A necessidade de usar o Pescador é garantir que a água que vai sair para o consumo seja sempre a da camada superior do volume de água de dentro do reservatório, a qualquer momento, mais cheio ou menos cheio. Isso porque, quando se está consumindo a água (tomando o banho) a vazão desse consumo pode ser maior do que o reabastecimento pela torneira de bóia (entrada de água fria), baixando assim o nível da água dentro do reservatório, e como a água mais quente fica sempre na camada superior do volume total da água, esse mecanismo garante que a água que estiver saindo para o consumo seja sempre a porção mais quente de dentro do reservatório.
Para construir um pescador como é mostrado nas fotos a seguir, você vai precisar de um Nipel roscável, um Joelho 90º roscável, um Adaptador soldável curto com bolsa e rosca para registro, um Joelho 90º soldável, um pedaço de Tubo e uma Bóia (que pode ser feita com um pedaço de tubo e dois Caps. Ver detalhes a seguir). Todos apenas encaixados e rosqueados; não use cola.
Obs.: as conexões podem ser de 1/2" e 20mm, de 3/4" e 25mm, ou de 1" e 32mm. A escolha vai depender da necessidade do volume de vazão.
| ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
A seguir como fazer a ponta da Bóia pescador usando apenas peças de PVC.
Primeiro calcule o comprimento que deverá ficar o pescador. Para isso coloque as peças da articulação no lugar e calcule o comprimento do tubo medindo desde o joelho 90º soldável até +/- o meio do reservatório.
| ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
| 5º PASSO - FAZER O ISOLAMENTO TÉRMICO - Isso fará com que a água do reservatório permaneça aquecida por mais tempo. | ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
| CONDIÇÕES NECESSÁRIAS PARA O PERFEITO FUNCIONAMENTO DESSE SISTEMA: | ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
| TUBULAÇÕES: | ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
| MISTURADOR DE ÁGUA QUENTE/FRIA | ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
Por se tratar de um projeto de baixo custo, existem algumas opções bem interessantes que são misturadores adaptados ao circuito hidráulico original do box. Para isso faça um furo no teto do box para descer com a tubulação que vem do reservatório térmico (da bóia pescador). A tubulação ficará exposta, mas não haverá necessidade de quebrar a parede do box para embutir essa tubulação.
| ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
| CHUVEIRO CONTROLADO POR DIMMER ou CHUVEIRO OU DUCHA ELETRÔNICA | ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||
Grupo destinado ao estudos de fontes de energias renováveis e processos de racionalização de uso da energia.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
AQUECEDOR SOLAR CASEIRO. COMO FAZER?
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Baterias
O que são Baterias?
As baterias são construídas com componentes derivados do chumbo. Dentro delas existem placas com cargas positivas de peróxido de chumbo e negativas de chumbo que ficam mergulhadas numa solução de ácido sulfúrico diluído em água destilada ou desionizada.
O fluido da bateria é consumido conforme o consumo e carga da mesma. Algumas baterias, como as não seladas, consomem consideravelmente, e precisam de ser verificadas frequentemente, outras consomem tão pouco que nunca precisam de ser recarregadas, como as seladas. No caso do nível de fluido ficar muito baixo, a ponto de expor as placas de chumbo, poderá levar ao dano permanente destas.
Deve-se ter cuidado para não inclinar as baterias de forma a evitar o derramamento do fluido, visto que mesmo as baterias seladas possuem orifícios por onde pode escapar fluído.
Durante o funcionamento normal de um automóvel, a bateria fornece eletricidade para dar partida; para acender os faróis; ligar o rádio, limpador de pára-brisa, luzes de direção, buzina, etc. e recebe energia do gerador para se recarregar.
A potencia da bateria pode ser avaliada de acordo com a carga nominal que se designada como amperagem.
Quando a bateria não tem a amperagem necessária podem ocorrer vários problemas como:
- Oscilação na voltagem – Quando forçada, a bateria, com uma amperagem maior do que ela suporta, a voltagem normal (12V) cai causando oscilações, podendo queimar componentes importantes ou provocar o seu mau funcionamento.
- Duração de carga menor – Quando a bateria fica muito tempo na sua carga máxima, não a consegue suportar por mais de 1 hora. Para aumentar a durabilidade da carga basta instalar uma bateria com maior amperagem.
- Diminuição da vida útil – Baterias que estão constantemente a ser forçadas, e já tiveram uma carga nula não resistem muito, é importante ter sempre alguma carga, e com uma certa folga na amperagem, em relação as necessidades elétricas do carro.
Quais as principais fontes das Baterias?
As baterias de chumbo-ácido são constituídas por dois eletródios; um de chumbo esponjoso e o outro de dióxido de chumbo em pó, ambos mergulhados numa solução de ácido sulfúrico com densidade aproximada de 1,28g/mL dentro de uma malha de liga chumbo-antimonio. Esta liga é mais resistente à corrosão que o chumbo puro.
As baterias de Gel são constituídas por uma recombinação que utilizam eletrólitos imobilizados numa solução de gel de sílica.
Nas baterias AGM existe o tipo de separador que permite a imobilização dos eletrólitos em microfibras de vidro.
Que Tipo de Baterias Comercializamos?
- Bateria de Arranque para Veículos Motorizados, Ligeiros e Pesados
- Baterias Industriais: Baterias Estacionárias estanques, de placa plana e tubular
- Baterias de Tração
Como é constituída uma bateria?
Aquecedor Solar
Benefícios
Além da criação de leis de obrigatoriedade do uso dos aquecedores solares, há outros dois tópicos essenciais que fazem a diferença na hora de investir no produto: a preservação do meio ambiente e a economia.
O primeiro quesito é de fundamental importância, visto que é com base nele que as leis de incentivo foram criadas. De acordo com um levantamento da DASOL (Departamento Nacional de Aquecimento Solar da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar condicionado, Ventilação e Aquecimento – ABRAVA), cada 1 m2 de coletor instalado permite os seguintes benefícios para o meio ambiente:
- Evitar a inundação de 56 m2 para geração de energia elétrica;
- Economizar 66 litros de diesel por ano;
- Economizar 55 kg de gás de cozinha por ano;
- Evitar o uso de usinas termo elétricas e de energia nuclear;
- Economizar 73 litros de gasolina por ano;
- Eliminar a queima de 220 kg de lenha por ano;
- Proporcionar a economia com gasto de energia elétrica.
Quanto ao critério econômico, o aquecedor solar também proporciona benefícios. Segundo o mesmo levantamento, a economia nos gastos com a conta de luz pode chegar a 70%, o que propicia um retorno rápido do investimento. Além disso, a instalação de sistemas de aquecedor solar valoriza o imóvel.
Como funciona
O segundo dispositivo é o que armazena e mantém a água quente por longos períodos. O reservatório é termicamente isolado, abastecido por uma caixa de água fria e deve ser mantido sempre cheio. Pode ser equipado com apoio elétrico que garante água quente em períodos chuvosos.
Nos sistemas convencionais, a água circula entre os coletores e o reservatório térmico por meio de um sistema chamado termossifão ou circulação natural. Nesse sistema, a circulação faz-se por convecção natural, em que o fluido térmico aquece tornando-se menos denso, e sobe do coletor para o depósito, esfria, e desce novamente para o coletor. O processo é contínuo desde que haja radiação solar disponível e a temperatura no coletor seja superior à do acumulador.
A circulação da água também pode ser feita por meio de motobombas em um processo chamado de circulação forçada ou bombeado, normalmente instalados em piscinas e sistemas de grandes volumes. A bomba força o transporte do fluido térmico entre os coletores e o acumulador. Esta bomba é comandada por uma unidade de controle, que em sistemas simples, reage à diferença de temperatura entre o fluido térmico à saída dos coletores e a temperatura da água na parte mais baixa do depósito. O acumulador geralmente é colocado no interior do edifício e a bomba consome em média 9 kWh por mês.
Tipos
No mercado, há dois tipos básicos: os planos e os evacuados.
Aquecedores Planos
Caracterizam-se por terem coletores do tipo planos: placas de absorção comumente chamadas de placa solar. Aquecem a água a uma temperatura de até 70o C e são mais usados em residências. São normalmente feitos a partir da montagem de uma tubulação de cobre soldado a uma chapa também de cobre. O topo da superfície de absorção é revestido com placas pintadas com tintas escuras, já que a superfície escura absorve a maior parte da radiação solar incidente. Assim que a radiação solar atinge esta superfície, é automaticamente convertida em energia térmica (calor). Para minimizar a perda do calor absorvido pela placa, o conjunto é geralmente alojado em um invólucro feito de alumínio, capaz de suportar muitos anos de exposição exterior. As paredes laterais e traseira do conjunto são isoladas com materiais capazes de resistir a temperaturas superiores a 200o C. A superfície do conjunto é geralmente de vidro temperado, com baixo teor de óxido de ferro, a fim de interferir minimamente na passagem dos raios solares. A escolha se dá devido a esse tipo de vidro poder suportar altas temperaturas e suas variações.
1. Placa de absorção: chapa de cobre texturizada (aumento da superfície de contato) soldada por sobre a tubulação de cobre
2. Revestimento: fluoropolímeros (PTFE) para maximizar a absorção da energia.
3. Isolamento: espuma rígida de Poliuretano e Poliisocianurato para a máxima retenção de calor.
4. Vidro: Vidro temperado de alta performance é indispensável para reduzir reflexos, permitindo alta transmissão da luz solar.
5. Moldura: Alumínio para durabilidade, resistência à corrosão e boa aparência.
6. Tubulação: de cobre para obter fluxo otimizado da condução de calor e durabilidade.
7. Conexão de saída para o cabeçote ou tanque de armazenamento.
8. Fundo: Chapa de alumínio
9. Chapa intermediária: Folha de alumínio atua como barreira contra fluxo de ar quente para o segundo isolante.
2. Revestimento: fluoropolímeros (PTFE) para maximizar a absorção da energia.
3. Isolamento: espuma rígida de Poliuretano e Poliisocianurato para a máxima retenção de calor.
4. Vidro: Vidro temperado de alta performance é indispensável para reduzir reflexos, permitindo alta transmissão da luz solar.
5. Moldura: Alumínio para durabilidade, resistência à corrosão e boa aparência.
6. Tubulação: de cobre para obter fluxo otimizado da condução de calor e durabilidade.
7. Conexão de saída para o cabeçote ou tanque de armazenamento.
8. Fundo: Chapa de alumínio
9. Chapa intermediária: Folha de alumínio atua como barreira contra fluxo de ar quente para o segundo isolante.
Aquecedores Evacuados
Vantagens e Desvantagens da Energia Eólica
O fato de que energia eólica seja uma fonte de energia higiênica, limpa, renovável e ecológica não significa que seu impacto ambiental seja nulo. Esse tipo de energia, porém, ajuda a reduzir a contaminação causada pela queima dos combustíveis fósseis. Realizando uma análise um pouco mais profunda, podemos constatar algumas vantagens e desvantagens da energia eólica, que devem ser levadas em consideração na hora de escolher a energia que melhor se adapta a determinado ambiente, situação e objetivo.
Entre suas principais vantagens podemos mencionar que:
- É uma tecnologia inesgotável;
- Não emite gases poluentes e não gera resíduos;
- Os parques eólicos podem ser utilizadas também para outros meios, como a agricultura e a criação de gado;
- É uma das fontes mais baratas de energia, podendo competir em termos de rentabilidade com as fontes de energia tradicionais;
- Não requer uma manutenção frequente, uma vez que sua revisão é semestral;
- Em menos de seis meses o aerogerador recupera a energia que foi gasta para ser fabricado.
No entanto, suas desvantagens não podem ser esquecidas:
- Como é preciso um fenômeno da natureza para funcionar, às vezes a energia não é gerada em momentos necessários, o que torna difícil a integração da produção dessa tecnologia;
- Pode ser superada pelas pilhas de combustível (H2) ou pela técnica da bombagem hidroelétrica;
- Os parques eólicos geram um grande impacto visual devido aos aerogeradores;
- Causa impacto sonoro, pois o vento bate nas pás produzindo um ruído constante de aproximadamente 43 decibéis, tornando necessário que as habitações mais próximas estejam no mínimo a 200 metros de distância;
- Pode afetar o comportamento habitual de migração das aves.
É de suma importância conhecer as características principais da energia que será utilizada em determinada localidade, para que se possa tirar o melhor proveito de suas potencialidades em seu uso sem prejudicar o meio ambiente. Somente desse modo seremos capazes de prevenir possíveis problemas futuros referentes ao uso de uma determinada energia.
A energia eólica causa impacto ambiental sim, assim como qualquer elemento e indivíduo na terra. O meio ambiente era muito melhor antes da modernidade e dos descobrimentos. Viver causa impactos ambientais, tudo causa impacto ambiental, portanto, a energia eólica é tão culpada quanto tudo aquilo que existe no mundo.
Veículos elétricos e hibridos
Em termos genéricos falamos de
veículos elétricos, híbridos ou de combustão interna, de acordo com a
tecnologia de propulsão usada pelo motor. Como todos sabemos a tecnologia do
motor de combustão tem sido a escolhida por mais de um século, seja por razões
históricas – a revolução industrial – seja por razões economicas – o advento do
petróleo como fonte de energia disponível, abundante e barata.
Os carros puramente elétricos têm um único motor, movido a eletricidade e possuem baterias para armazenamento dessa energia. Inicialmente eram tipicamente considerados lentos, de pouca autonomia, mas de baixo consumo, não poluidores e silenciosos. Exemplos destes veículos são os carros de golfe, alguns veículos usados nos aeroportos, havendo contudo aplicações em carros e motos para uso cotidiano. Nos últimos anos, o setor automóvel, por diversas razões tem vindo a aposta cada vez mais no desenvolvimento de veículos elétricos que permitam equiparar-se em funcionalidades aos veículos com motor de combustão, mas reduzindo substancialmente o seu consumo energético.
Existem essencialmente quatro tipos de Veículos Elétricos:
- Veículos Elétricos a bateria (VE)
- Veículos Elétricos Híbridos (VEH)
- Veículos a Pilha de Combustível (VPC)
- Veículos Elétricos Alimentação Direta (VEAD)
Em termos de eficiência energética os veículos elétricos são sempre os líderes, já que o motor de combustão está limitado pelo limite de Carnot, (desenvolvimentos no uso de hidrogénio em motores de combustão evidenciam o aumento de eficiência: tema abordado mais adiante). A questão no entanto não se fica por este parâmetro como veremos.
História
Os veículos elétricos não são recentes, ao contrário do que se possa pensar. Os primeiros veículos foram desenvolvidos em França e Inglaterra nos finais da primeira década do séc. XIX (os americanos só mostraram interesse quase um século mais tarde, em 1895, mas 2 anos depois já havia uma frota de táxis elétricos a circular em Nova Iorque).
A título de curiosidade: um dos primeiros modelos elétricos – o Phaeton, da Wood, de 1902 – custava 2000 USD, tinha uma autonomia de 29 km e uma velocidade máxima de 22 km/h. O desenvolvimento da indústria automóvel foi enorme e no início do séc. XX já existiam veículos elétricos, a gasolina e a vapor. Os veículos elétricos eram os mais procurados dada a ausência de cheiro, vibrações, ruído e algo tipicamente americano – não necessitavam de mudanças (os veículos a vapor também não tinham mudanças, mas tinham outras desvantagens fáceis de imaginar e das quais destacamos a espera de 45 minutos para pegar o motor numa manhã fria). O preço normal dos carros na altura rondava os 1000 USD, mas os veículos elétricos andavam pelos 3000 USD, em 1910, dado o nível de sofisticação do seu interior. A sua produção teve o seu pico em 1912.
O declínio do veículo elétrico deu-se com a melhoria das estradas e acessos que requereriam uma autonomia maior do que a simples e curta deslocação no centro das cidades e com a descoberta do petróleo no Texas que reduziu o preço da gasolina. Charles Kettering, em 1912, inventou a ignição elétrica, eliminando assim a necessidade de “dar à manivela”. Henry Ford iniciou a produção em massa de veículos de motor de combustão interna e a vendê-los a preços entre os 500 e os 1000 USD, enquanto o preço dos veículos elétricos continuava a aumentar.
O desaparecimento do veículo privado elétrico desapareceu por volta da década de 1930 e ressurge apenas nas décadas de 1960 e 1970 com a crise do petróleo e consequente necessidade de encontrar alternativas ao uso da gasolina. A evolução até ao presente tem sido em grande parte fomentada pelos tratados, regulamentos e medidas internacionais para a redução das emissões de gases de efeito estufa e mais recentemente com as políticas de desenvolvimento sustentável.
Os veículos híbridos (motores elétricos e de combustão) apareceram na década de 90 como alternativa imediata, já que reduzem o consumo de gasolina e ao mesmo tempo continuam aos “olhos do público” a ser a mesma coisa, sem grandes necessidades de adaptações ou alterações. Esta aposta deu-se sobre tudo nas marcas Japonesas como a TOYOTA e a HONDA, lideres nestes segmentos.
A última crise dos preços do petróleo de 2008, aliado às questões ambientais e à necessidade da indústria automóvel encontrar inovações que permitam continuar a vender carros, vieram dar um novo impulso ao carro puramente elétrico. Aliados aos recentes avanços tecnológicos, farão com que a atual década seja a década do início do carro elétrico comercial.
Eficiência
Como foi explicado não se trata de uma equação simples: autonomia, velocidade, combustível, armazenamento, benefícios fiscais, inércia legal, economia de escala, entre outros. Qual dos caminhos vai ser seguido? Não sabemos... no entanto tal como nas renováveis, o mix dos híbridos e de células de combustível será o futuro mais próximo e a economia de base em hidrogénio o futuro. O foco deveria ser no consumo e nas emissões para os veículos híbridos e não a sua velocidade máxima ou aceleração.
Temos pena que os incentivos para veículos híbridos e de baixo consumo (abaixo dos 6 L / 100Km e reduzindo para 5 em 2 anos) não existam na prática, pois decerto dariam a vantagem competitiva em relação aos tradicionais.
Os carros puramente elétricos têm um único motor, movido a eletricidade e possuem baterias para armazenamento dessa energia. Inicialmente eram tipicamente considerados lentos, de pouca autonomia, mas de baixo consumo, não poluidores e silenciosos. Exemplos destes veículos são os carros de golfe, alguns veículos usados nos aeroportos, havendo contudo aplicações em carros e motos para uso cotidiano. Nos últimos anos, o setor automóvel, por diversas razões tem vindo a aposta cada vez mais no desenvolvimento de veículos elétricos que permitam equiparar-se em funcionalidades aos veículos com motor de combustão, mas reduzindo substancialmente o seu consumo energético.
Existem essencialmente quatro tipos de Veículos Elétricos:
- Veículos Elétricos a bateria (VE)
- Veículos Elétricos Híbridos (VEH)
- Veículos a Pilha de Combustível (VPC)
- Veículos Elétricos Alimentação Direta (VEAD)
Em termos de eficiência energética os veículos elétricos são sempre os líderes, já que o motor de combustão está limitado pelo limite de Carnot, (desenvolvimentos no uso de hidrogénio em motores de combustão evidenciam o aumento de eficiência: tema abordado mais adiante). A questão no entanto não se fica por este parâmetro como veremos.
História
Os veículos elétricos não são recentes, ao contrário do que se possa pensar. Os primeiros veículos foram desenvolvidos em França e Inglaterra nos finais da primeira década do séc. XIX (os americanos só mostraram interesse quase um século mais tarde, em 1895, mas 2 anos depois já havia uma frota de táxis elétricos a circular em Nova Iorque).
A título de curiosidade: um dos primeiros modelos elétricos – o Phaeton, da Wood, de 1902 – custava 2000 USD, tinha uma autonomia de 29 km e uma velocidade máxima de 22 km/h. O desenvolvimento da indústria automóvel foi enorme e no início do séc. XX já existiam veículos elétricos, a gasolina e a vapor. Os veículos elétricos eram os mais procurados dada a ausência de cheiro, vibrações, ruído e algo tipicamente americano – não necessitavam de mudanças (os veículos a vapor também não tinham mudanças, mas tinham outras desvantagens fáceis de imaginar e das quais destacamos a espera de 45 minutos para pegar o motor numa manhã fria). O preço normal dos carros na altura rondava os 1000 USD, mas os veículos elétricos andavam pelos 3000 USD, em 1910, dado o nível de sofisticação do seu interior. A sua produção teve o seu pico em 1912.
O declínio do veículo elétrico deu-se com a melhoria das estradas e acessos que requereriam uma autonomia maior do que a simples e curta deslocação no centro das cidades e com a descoberta do petróleo no Texas que reduziu o preço da gasolina. Charles Kettering, em 1912, inventou a ignição elétrica, eliminando assim a necessidade de “dar à manivela”. Henry Ford iniciou a produção em massa de veículos de motor de combustão interna e a vendê-los a preços entre os 500 e os 1000 USD, enquanto o preço dos veículos elétricos continuava a aumentar.
O desaparecimento do veículo privado elétrico desapareceu por volta da década de 1930 e ressurge apenas nas décadas de 1960 e 1970 com a crise do petróleo e consequente necessidade de encontrar alternativas ao uso da gasolina. A evolução até ao presente tem sido em grande parte fomentada pelos tratados, regulamentos e medidas internacionais para a redução das emissões de gases de efeito estufa e mais recentemente com as políticas de desenvolvimento sustentável.
Os veículos híbridos (motores elétricos e de combustão) apareceram na década de 90 como alternativa imediata, já que reduzem o consumo de gasolina e ao mesmo tempo continuam aos “olhos do público” a ser a mesma coisa, sem grandes necessidades de adaptações ou alterações. Esta aposta deu-se sobre tudo nas marcas Japonesas como a TOYOTA e a HONDA, lideres nestes segmentos.
A última crise dos preços do petróleo de 2008, aliado às questões ambientais e à necessidade da indústria automóvel encontrar inovações que permitam continuar a vender carros, vieram dar um novo impulso ao carro puramente elétrico. Aliados aos recentes avanços tecnológicos, farão com que a atual década seja a década do início do carro elétrico comercial.
Eficiência
Como foi explicado não se trata de uma equação simples: autonomia, velocidade, combustível, armazenamento, benefícios fiscais, inércia legal, economia de escala, entre outros. Qual dos caminhos vai ser seguido? Não sabemos... no entanto tal como nas renováveis, o mix dos híbridos e de células de combustível será o futuro mais próximo e a economia de base em hidrogénio o futuro. O foco deveria ser no consumo e nas emissões para os veículos híbridos e não a sua velocidade máxima ou aceleração.
Temos pena que os incentivos para veículos híbridos e de baixo consumo (abaixo dos 6 L / 100Km e reduzindo para 5 em 2 anos) não existam na prática, pois decerto dariam a vantagem competitiva em relação aos tradicionais.
Vantagens:
• Diminui a demanda por
petróleo.
• Carro convencional utiliza
apenas 30% do combustível, diferentemente do híbrido que tem um aproveitamento
de 90 a 95% da energia da combustão.
• O motor do carro híbrido é
menor e menos pesado, devido a isso gasta menos energia.
• Economia devido a baixa ou
nula utilização de combustível.
• Carros elétricos ou
híbridos são mais verdes e o elétrico não produz CO².
Desvantagens:
• Não há energia suficiente
no mundo para trocar toda a frota de carros convencionais por elétricos.
• Uma maior geração de
energia para abastecer todos os carros elétricos precisa ser gerada e para ser
positiva ao meio ambiente, deve ser estabelecida atráves de fontes renováveis,
como a energia solar, eólica, entre outras.
• O preço de um carro verde é
maior na maioria dos casos, principalmente no Brasil devido a interesses
políticos, entre outros fatores, no entanto, nos E.U.A. o híbrido mais barato
custa 20 mil dólares.
• Lítio não é renovável e não existem grandes
reservas do mineral.
Forno Solar
Ele não usa gás, nem lenha, nem energia elétrica: o calor
que cozinha o alimento vem diretamente do sol, cujos raios multiplicam-se ao
encontrar as superfícies espelhadas do forno.
Claro que, apesar de atingir temperaturas surpreendentes,
possibilitando assar um bolo em uma hora e meia, o forno solar é totalmente
dependente da condição climática e, portanto, não dá para achar que um dia
todas as pessoas terão um casa.
Mas, em regiões pobres, principalmente na África, onde o sol
é constante e a lenha responde por quase 100% da energia consumida, os fornos
solares podem provocar uma verdadeira revolução.
E o melhor é que cada pessoa pode construir o próprio forno
solar, gastando quase nada. O modelo mais simples, tipo painel, é feito com um
pedaço de papelão, revestido com algum papel laminado.
Em 1990, a associação internacional Solar Cookers distribuiu
fornos desse tipo a 28 mil famílias no Quênia e, oito anos depois, constatou
que cerca de 20% delas ainda usavam os painéis como equipamento principal da
"cozinha". Quase 6 mil famílias, que estariam queimando lenha,
adotaram a cozinha sustentável.
É um tipo de forno descrito por Nicholas de
Saussure por volta de 1770 e criado por Horace de Saussure em 1767.É
constituído de uma caixa com fundo preto e tampa de vidro, com abas refletoras.
O fundo preto absorve a luz solar e converte-a em radiação infravermelha, que
não passa pela tampa de vidro, criando o efeito estufa. Desta forma, possui a
capacidade de atingir 150ºC, cozinhando qualquer alimento sem dificuldade.
O cozimento dos alimentos leva, dependendo de suas
características, de 2 a 6 horas neste equipamento. Apesar da utilização de
energia solar desde longa data, somente na década de 1990 é que
intensificaram-se os estudos e desenvolvimento de tecnologias para cozinhas
solares.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a
utilização do fogão solar por 30% da população brasileira reduziria anualmente
a extração de lenha para cozimento de alimentos em 5.370.000 m³, uma quantidade
significativa.1 Um modelo simples construído com papelão, vidro e
papel-alumínio é o bastante para atingir até 300ºC, dependendo da eficiência e
vedação do equipamento.
Assinar:
Postagens (Atom)




