Powered By Blogger

domingo, 1 de dezembro de 2013

Como funciona um aquecedor solar

 Um sistema básico de Aquecimento de água por Energia Solar é composto de coletores solares (placas) e reservatório térmico (Boiler).
As placas coletoras são responsáveis pela absorção da radiação solar. O calor do sol, captado pelas placas do aquecedor solar, é transferido para a água que circula no interior de suas tubulações de cobre.
O reservatório térmico, também conhecido por Boiler, é um recipiente para armazenamento da água aquecida. São cilindros de cobre, inox ou polipropileno, isolados termicamente com poliuretano expandido sem CFC, que não agride a camada de ozônio. Desta forma, a água é conservada aquecida para consumo posterior. A caixa de água fria alimenta o reservatório térmico do aquecedor solar, mantendo-o sempre cheio.
aquecedor.gif
Em sistemas convencionais, a água circula entre os coletores e o reservatório térmico através de um sistema natural chamado termossifão. Nesse sistema, a água dos coletores fica mais quente e, portanto, menos densa que a água no reservatório. Assim a água fria “empurra” a água quente gerando a circulação. Esses sistemas são chamados da circulação natural ou termossifão.
alt
A circulação da água também pode ser feita através de motobombas em um processo chamado de circulação forçada ou bombeado, e são normalmente utilizados em piscinas e sistemas de grandes volumes.
O Coletor Solar
coletro.gif
Quando os raios do sol atravessam o vidro da tampa do coletor SOLETROL, eles esquentam as aletas que são feitas de cobre ou alumínio e pintadas
com uma tinta especial e escura que ajuda na absorção máxima da radiação solar. O calor passa então das aletas para os tubos (serpentina) que geralmente são de cobre. Daí a água que está dentro da serpentina esquenta e vai direto para o reservatório do aquecedor solar.
Os coletores SOLETROL são fabricados com matéria-prima nobre, como o cobre e o alumínio. Recebem um cuidadoso isolamento térmico e ainda vedação com borracha de silicone. Eles, têm cobertura de vidro liso e são instalados sobre telhados ou lajes, sempre o mais próximo possível do reservatório térmico.
O número de coletores SOLETROL a ser usado numa instalação depende do tamanho do reservatório térmico, mas pode também variar de acordo com o nível de insolação de uma região ou até mesmo de acordo com as condições de instalação.
O Reservatório Térmico
O reservatório térmico é como uma caixa d’água especial que cuida de manter quente a água armazenada no aquecedor solar . Esses cilindros são feitos de cobre, inox, ou polipropileno e depois recebem um isolante térmico. A maioria dos modelos de reservatório térmico da SOLETROL vem com sistema de aquecimento auxiliar elétrico, mas podem ser fabricados com sistema auxiliar a gás ou até mesmo sem esse recurso.
Os modelos SOLETROL de reservatórios térmicos variam de 100 a 20 mil litros. O tamanho do reservatório térmico, ou seja, o volume de água que ele é capaz de armazenar, é calculado pelos técnicos da SOLETROL depois que o usuário responde a uma série de questões. NO dimensionamento do aquecedor solar é preciso saber quantas pessoas vão usar o sistema diariamente, a duração média e a quantidade de banhos diários, quantos serão os pontos de uso de água quente, ou a dimensão da piscina, e assim por diante.

O Sistema Auxiliar de Aquecimento

Para garantir que nunca haverá falta de água quente, todo Aquecedor Solar traz um sistema auxiliar de Aquecimento.
E quando o tempo fica muito nublado ou chuvoso por vários dias, ou quando a casa recebe visitas e o número de banhos fica acima do dimensionamento inicial, o sistema auxiliar - que pode ser elétrico ou a gás - entra em ação.
Ou você pode usar o chuveiro elétrico normalmente, sem complicações. Mas a verdade é que com o nível de insolação do Brasil, o sistema auxiliar de Aquecimento é acionado apenas poucos dias por ano.
_________________________________________
SOLETROLAplicações da Energia Solar
Você é nosso convidado para conhecer as maravilhas da Energia Solar.
Apesar de quase todas as nossas principais fontes de energia terem ligação indireta com o Sol, o termo “Energia Solar” é em geral utilizado apenas para aplicações diretas; para aplicações em que a energia do sol é convertida diretamente para um uso qualquer, como a geração de calor ou de energia elétrica.
Muita gente confunde outras aplicações da Energia Solar com o Aquecedor. Acha, por exemplo, que o Aquecedor pode gerar energia elétrica para a casa.
Mas o fato é que geração de eletricidade através do sol acontece apenas através do efeito fotovoltaico.
Aquecedor Solar
O Aquecedor Solar pode aquecer água para banho, piscina e até para o uso industrial. Pode aquecer também o ar usado na secagem de produtos. Pode esquentar ambientes ou mesmo aquecer fluidos industriais. Mas a aplicação da Energia Solar mais usada no Brasil e no mundo é o Aquecimento de água para banho.
Você pode continuar pesquisando em nosso site e ver > como funciona um aquecedor solar.
Veja onde o aquecedor solar de água pode ser usado:
Em casa:
banheira.jpg
Na banheira
banho.jpg
No banho
cozinha.jpg
Na cozinha
piscina.jpg
Na piscina
campo.jpg
No campo

Nos negócios:
hospitais.jpg
Hospitais
hoteis.jpg
Hotéis
moteis.jpg
Motéis
vestiarios.jpg
Vestiários Industriais
posto.jpg
Postos de serviços

________________________________________________________________
SOLETROL: Ecologia
A produção e o uso da energia são algumas das principais causas da destruição do meio-ambiente.
Queima de combustíveis como gás e óleo diesel, acidentes com navios petroleiros e inundações de hidroelétricas são alguns exemplos.
E é por isso que a Energia Solar é tão interessante: porque ela não polui.
No Brasil, mais de 90% da energia elétrica é gerada por usinas hidroelétricas, que alagam áreas imensas para construir represas.
A água toma conta então de áreas que poderiam ser aproveitadas na agricultura ou pecuária, além de destruírem a fauna e a flora. Mas pior ainda que as hidroelétricas são as termoelétricas que, junto com a queima de combustíveis em veículos e Aquecedores, causam a chuva ácida, o smog e o efeito estufa.
A queima de combustíveis em carros, Aquecedores e usinas termoelétricas libera grande quantidade de gases, principalmente o gás carbônico.eco_1.jpg
O gás carbônico e outros gases que ficam acumulados na atmosfera impedem que o planeta perca calor pela radiação infravermelha. E o resultado é que a Terra vem se tornando uma verdadeira estufa, desertos estão crescendo e são cada vez mais freqüentes as tempestades e inundações. Até o gelo nos pólos está derretendo e aumentando o nível do mar.
Alguns cientistas acreditam até que cidades inteiras do litoral vão simplesmente desaparecer... E se forem instaladas no Brasil todas as termoelétricas planejadas, vai haver um aumento de 32% na emissão de gases causadores de efeito estufa.
A queima de combustíveis também provoca a chuva ácida. Ela se forma quando elementos poluentes reagem com a água e como oxigênio, acima das nuvens.
A chuva ácida destrói plantas e animais, provoca erosão e contamina a água potável.
Outra conseqüência da queima de combustíveis é o SMOG, mistura das palavras fumaça (smoke) e neblina (fog) em inglês.
Por conta do clima e da topografia, poluentes liberados em grande escala por carros, fábricas e Aquecedores não se dispersam.
“Presos" na atmosfera, esses poluentes causam muitos problemas respiratórios e prejudicam a vegetação.
Já as usinas nucleares, apesar de não emitirem gases poluentes como as termoelétricas, trazem o risco de acidentes, até mesmo um grande desastre com vazamento de radiação atômica.
No acidente de Chernobyl, em 1986, mais de 2500 pessoas morreram, 400.000 tiveram de ser removidas só no primeiro ano e mais de dois milhões e meio de hectares de terra não podem mais ser usadas para a agropecuária.
Além disso, ninguém inventou ainda uma solução segura para todo o lixo radioativo criado pelas usinas. E é por isso que países como a Alemanha decidiram abandonar o uso da energia nuclear.
Solução: é claro que não dá para ficar sem energia. Por isso mesmo, o primeiro passo é usá-la de forma inteligente, usufruindo de todos os seus benefícios, mas sem desperdício.
Além disso, temos que usar cada vez mais fontes de energia limpas, como a Energia Solar e a energia dos ventos. E um bom começo é usar o Aquecedor Solar, no lugar do Aquecedor a gás ou elétrico, para aquecer a água do seu banho!
A ABRAVA encomendou uma pesquisa que revela: a Energia Solar evita muitos danos ao meio ambiente. Apenas um metro quadrado de coletor solar instalado evita:
eco_3.jpg
O uso de 215 quilos de lenha por ano
eco_4.jpg
65 litros de diesel por ano
eco_5.jpg
O consumo de 55 quilos de gás por ano
eco_6.jpg
A inundação de quase 56m² de terras férteis para a construção de hidrelétricas
eco_7.jpg
A construção de novas usinas nucleares, que trazem grandes riscos à população

Aquecedor Solar, Projeto feito com garrafas PET

Aquecedor Solar com garrafas PET
Aquecedor solar caseiro feito com garrafas PET. Projeto criado em Santa Catarina ganha visibilidade nacional e ainda rende frutos. A Procave compartilha destas ideias, veja esta matéria sobre sistema inovador de alimentação de energia no condomínio do Brava Home Resort , e neste post replica a matéria, na íntegra, feita pelo Jornal Bravos Amores
Você lembra de um projeto de aquecimento solar caseiro feito com garrafas PET, criado aqui mesmo em Santa Catarina e que ganhou as páginas dos noticiários nacionais em 2004? O projeto tinha três princípios básicos: simples, funcional e barato.
Para quem não lembra, o projeto ganhou visibilidade nacional em 2004 quando ganhou o prêmio “Prêmio Superecologia” promovido pela revista Superinteressante.
“Para nossa surpresa, o projeto não só obteve aceitação como interesse de vários setores. Esse fato vem beneficiando um grande número de pessoas”, comemora José Alcino Alano, morador da cidade de Tubarão e inventor do aquecedor solar caseiro.
Mas depois de tanto tempo o que foi feito com a brilhante idéia? Para entender melhor, vamos ao início.
O Projeto do aquecedor solar caseiro
Foi quase por acaso que, em 2002, o catarinense José Alcino Alano criou um mecadinismo que retém o calor do sol e transforma em energia feito com garrafas PET, embalagens de leite e conexões de PVC.
“Ao guardar as embalagens do nosso próprio consumo em casa, o acúmulo foi inevitável. Como eu e minha mulher tínhamos um conhecimento básico sobre aquecimento por energia solar, em 2002 resolvemos construir um coletor solar com 100 garrafas”, explica José. Ele diz que o projeto se mostrou eficiente, dentro das limitações de um aquecedor solar alternativo, dando um destino responsável ao lixo acumulado.
O aposentado patenteou o invento para garantir que nenhuma empresa se apropriasse indevidamente da criação e explorasse a invenção comercialmente. Na época, o custo total do projeto não passou de R$ 83,00. Mas os frutos da experiência foram além dos 30% de economia na conta de energia.
E José Alcino foi além. Criou um manual que ensina como montar o aquecedor passo à passo. O manual foi importante referência para difundir o projeto e ajudar as pessoas interessadas em montar o seu aquecedor solar caseiro. Até mesmo o governo do estado do Paraná promoveu em 2008 oficinas práticas no estado para difundir a idéia de Alcino. E não parou aí, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul também usaram a técnica.
Aquecedor Solar com garrafas PET
O esquema para construção dos aquecedores solares caseiros é mesmo dos aquecedores solares produzidos industrialmente, conhecido tecnicamente de sistema termo-sifão. A diferença está justamente do material utilizado.
O melhor da ideia do casal é que qualquer um pode construir seu próprio aquecedor. Basta seguir as instruções do “Manual Sobre a Construção e Instalação do Aquecedor Solar Composto de Embalagens Descartáveis”, disponível na Internet com um passo-a-passo para a produção e instalação.
O Aquecedor Solar
aquecedor solar caseiro tem os mesmos princípios de funcionamento dos convencionais e pode esquentar a água a partir da luz do sol, sem a utilização de energia elétrica.
“No início, ele foi dimensionado para atender o nosso consumo de água quente. Usamos então 200 garrafas para atender quatro pessoas”, conta o catarinense.
Um dos objetivos da invenção é conscientizar as pessoas sobre essa possibilidade de gerar energia solar – e de maneira alternativa.
“Em um país ensolarado como o Brasil, esse tipo de recurso precisa ser bem utilizado”, diz Alcino.
Outra meta estipulada por José é retirar dos lixões uma grande quantidade de embalagens descartáveis, como as caixas de leite ‘Tetra pak’.
Aquecedor Solar com garrafas PET
Celesc efetiva parceria
A invenção dele tornou-se projeto de governo. A Celesc (Companhia Catarinense de Energia Elétrica) firmou um convênio de cooperação técnica para difusão dos aquecedores solares compostos por materiais descartáveis. Com o nome “Energia do Futuro”, o projeto de José já beneficiou mais de 8 mil pessoas em Santa Catarina.
A Celesc promove até hoje, oficinas em várias comunidades de Santa Catarina, ensinando a replicar e criar o aquecedor solar de baixo custo.
Economia
projeto do aquecedor solar caseiro pode ter diferentes usos em uma residência, mas mostrou-se valioso quando o assunto é uso do chuveiro elétrico. O chuveiro é um dos itens que mais consome energia na maioria das residências. Ele é responsável por quase 50% do consumo de energia. Esses 50% de gasto com o chuveiro pode ser racionado apenas com o aquecedor solar, representando uma ótima diferença nas contas do final do mês.
Aquecedor solar com garrafas PET
Simples assim
No sistema desenvolvido por Alcino e a esposa, os canos de PVC são instalados dentro das garrafas PET, que têm a base cortada e levam recortes das embalagens longa vida. Ao passar pelos canos, a água chega aos 38°C no inverno. No verão, pode passar dos 50°C. O equipamento não exige muita manutenção. O ideal é que as garrafas sejam trocadas a cada cinco anos e que as peças sejam bem lavadas antes da montagem.
Aquecedor solar com garrafas PET

Aerogerador de Múltiplas Pás

INTRODUÇÃO
A energia eólica é a energia que provém dos ventos. Os aerogeradores são capazes de transformar a energia cinética dos ventos em energia elétrica.
Apesar do conceito de se converter essa energia em energia elétrica ser apenas do século XIX e da instalação das primeiras turbinas ser apenas do século passado, a utilização da energia eólica existe há milhares de anos. Seu uso era frequente em moinhos de grãos, bombeamento de água e em barcos impulsionados por velas, entre outros.
A utilização de aerogeradores como fonte alternativa às fontes não-renováveis tem crescido ultimamente. Isso ocorre devido ao fato de ser uma fonte limpa, inesgotável e disponível em todo o mundo, além de não utilizar água para seu funcionamento. É inegável seu impacto ambiental com relação à alteração de paisagens, ruídos de baixa frequência e interferências eletromagnéticas. Outro aspecto negativo é o elevado custo das turbinas prontas. No entanto, é estimado que, após as restrições socioambientais, a capacidade de produção mundial seja de 53.000 TWh.
O Brasil possui grande potencial de geração de energia eólica, principalmente no Nordeste e em regiões litorâneas. É importante destacar que os geradores não precisam estar necessariamente em fazendas eólicas. Eles podem ser confeccionados e instalados em residências, por seus próprios moradores, com projetos sustentáveis, que envolvem a utilização de matérias recicláveis, o que é a proposta do projeto apresentado.
O princípio é simples e este projeto traz a seguinte inovação: a utilização do conceito das velas de uma embarcação para a captação da força do vento.
Vista de Frente
Gerador Eólico – Vista de Frente
(Clique na imagem para ampliá-la)
Vista de Perfil
Gerador Eólico – Vista de Perfil
(Clique na imagem para ampliá-la)
ALTERNADOR
Um alternador de carro nada mais é do que um pequeno gerador. O alternador no seu carro gera 12 VDC (Corrente Contínua) e possui um regulador de voltagem interno.
Um alternador possui diversos componentes, entre eles estão:
  • Rotor;
  • Estator;
  • Regulador de Voltagem;
  • Ponte Retificadora; e
  • Diodos.
Ele possui um projeto bem simples. O rotor gira dentro do estator e cria um campo elétrico. Este campo é transmitido para fora do estator por meio de 3 fases em AC (corrente alternada) até a ponte retificadora, a qual converte as 3 fases em DC. A corrente contínua é regulada pelo regulador de voltagem que normalmente está ajustado para 12 VDC (14,2 VDC durante a recarga).
A saída de 12 VDC é ligada na bateria. Você tem então um sistema de carregamento de 12 VDC e todos os acessórios do carro, tais como o rádio, limpadores de para-brisa, ar condicionado, entre outros, funcionam alimentados pelos 12 VDC provenientes da bateria.
Um alternador sem regulador de voltagem pode produzir até 120 VDC, mas isto pode ser muito ruim para o seu veículo. A maioria dos alternadores para carros geram de 80 A a 150 A, dependendo da aplicação. É possível então modificar a maioria dos alternadores para gerar até 320 A pela mudança de alguns componentes. Isto é normalmente feito nos veículos policiais e de emergência e por qualquer outra aplicação que requeira bastante amperagem/corrente.
Detalhe da Base
Gerador Eólico – Detalhe da Base
(Clique na imagem para ampliá-la)
Detalhe da Estrutura
Gerador Eólico – Detalhe da Estrutura
(Clique na imagem para ampliá-la)
Detalhe do Grupo Gerador
Gerador Eólico – Detalhe do Grupo Gerador
(Clique na imagem para ampliá-la)
AC/DC
Como já dissemos, os alternadores produzem corrente alternada (AC) de 3 fases. Você pode fazer com que o alternador de carro funcione mais eficientemente e dure por mais tempo conectando as 3 fases AC a uma ponte retificadora externa, antes da bateria. Ao utilizar os conectores de saída DC na parte de trás de um alternador, você deve empregar cabos com maior bitola, que são muito caros hoje em dia. Quanto mais longe a alimentação DC tiver que ir, maior a bitola que deve ser usada ou os cabos elétricos criarão resistência, tendo o calor como resultado final ou alguma coisa pode queimar. É por isso que os fios na bateria de um carro possuem maior bitola.
Considerando que você queira ligar um amplificador de áudio no seu carro, serão necessários fios de grande bitola para que você não tenha nenhuma perda. Ou você pode conectar o estator a uma ponte retificadora externa com fios grossos com pequeno comprimento. Isto será mais barato e o alternador vai amá-lo por isso.
ALTERNADOR PARA UM AEROGERADOR
Os alternadores mais usados são os do fabricante Bosh. Se você acha que basta pegar o alternador do seu carro, colocar algumas pás no seu eixo e instalá-lo no telhado, está equivocado. Há uma pequena modificação que deve ser feita em primeiro lugar. Primeiro, você vai precisar destruir o alternador.
O estator deve ser modificado primeiramente para que se obtenha tensão a baixas velocidades (rpm). Existem estatores no mercado que produzem tensão a 125 rpm ou menos.  Em seguida, a melhor prática seria a de se remover completamente o regulador de voltagem e a ponte retificadora. Conecte as três saídas do estator, estas são as 3 fases AC. Pode ser usado um cabo grosso para conectar as 3 fases AC. Desta forma será muito mais barato e melhor para o alternador.
Temos então um alternador com 3 cabos grossos saindo da parte de trás dele e indo até onde são necessários. Na outra extremidade dos cabos de extensão (onde estão as baterias)  conectamos uma ponte retificadora (um pouco mais robusta) para converter as 3 fases AC em DC. Um regulador de tensão não é necessário em uma configuração como esta. As baterias que estão carregando irão regular o aerogerador.
Considerando que seja um sistema de 12 VDC, quando o alternador está girando, ele vai começar a frear (tornando mais difícil o giro do alternador) a 14,4 volts. É quando a mágica acontece e as baterias começam a carregar porque agora estão produzindo amperagem/corrente para dentro das baterias.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Eólica

Os bons ventos nos trazem

A busca pelos melhores regimes de ventos nos levou até o Nordeste do Brasil, mais precisamente para o Ceará e o Rio Grande do Norte. Nessas duas grandes potências eólicas do País, estão localizados os primeiros empreendimentos da Queiroz Galvão Energias Renováveis.
CEARÁ
Com capacidade instalada de 197,4 MW, os projetos localizados no Ceará já começaram a ser construídos. São eles:
  • Complexo Eólico de Taíba, município de São Gonçalo do Amarante, com 27 aerogeradores e 56,7 MW de capacidade instalada.
  • Complexo Eólico de Icaraí, município de Amontada, com 31 aerogeradores e 65,1 MW de capacidade instalada.
  • Complexo Eólico de Amontada, município de Amontada, com 28 aerogeradores e 75,6 MW de capacidade instalada.
RIO GRANDE DO NORTE
No próximo estágio de expansão, serão instalados 146 MW no município de Ceará-Mirim. Para este projeto, denominado Complexo Riachão, as obras serão iniciadas em 2013.


Avanço da Construção dos Complexos Eólicos

Montagem das Torres Eólicas do Parque de Icaraí de Amontada – CE.

desenhos esquemáticos de uma torre eólica
Figura 1: etapas do erguimento de uma torre eólica.
Trata-se de uma logística e de uma engenharia bastante complexas. É necessário um projeto eficiente e uma equipe extremamente competente e comprometida.
Somente a parte inferior de uma torre eólica, feita de concreto, pesa 80 toneladas. Considerando que um carro popular pesa 1 tonelada, esse peso equivale a 80 carros.
primeira parte, de um total de 30 partes, de uma torre eólica
Figura 2: primeira parte, de um total de 30 partes, de uma torre eólica.
Para se montar uma torre eólica de 100 metros de altura, são colocadas 30 diferentes peças, uma sobre a outra, com peso variando de 14 a 80 toneladas. O peso total da torre é de 1.200 toneladas, equivalente a 1.200 carros empilhados.
A complexidade não para aí. As últimas peças da torre eólica pesam entre 14 e 20 toneladas e, com os ventos às vezes chegando a 15 metros/segundo (54 km/hora), torna-se inviável sua colocação com a precisão e a segurança necessárias. Então, a solução é buscar os momentos em que o vento está mais brando, o que normalmente ocorre durante a noite.
trabalhos noturnos com vento mais brando
Figura 3: trabalhos noturnos com vento mais brando.
os trabalhos de encaixe precisam ser feitos com vento inferior à 10 metros/seg
Figura 4: os trabalhos de encaixe precisam ser feitos com vento inferior a 10 metros/seg.
Um a um, os desafios são superados. E o resultado são as torres erguidas, prontas para receber os aerogeradores e pás.
torres eólicas erguidas, com altura de 100 metros
Figura 5: torres eólicas erguidas, com altura de 100 metros.
trabalho em equipe + competência + comprometimento = resultado
Figura 6: trabalho em equipe + competência + comprometimento = resultado.

Montagem da Primeira Nacele, pás e rotor do Parque de Icaraí de Amontada – CE

A Queiroz Galvão Energias Renováveis (QGER) monta seu primeiro aerogerador. Essa ação foi concluída em 10 de agosto de 2013 e é um importante marco para tornar a QGER um agente do mercado brasileiro de geração de energia renovável. Acompanhe a montagem pelas fotos abaixo.
Posicionamento do guindaste
içamento e posicionamento da Nacelle (aerogerador)
içamento e posicionamento das pás
Aerogerador montado

Montagem dos Aerogeradores e das Pás Parque de Icaraí de Amontada – CE

Da mesma forma que busca-se momentos de menor intensidade de vento para a montagem das torres, os demais equipamentos também exigem condições extremamente seguras para sua montagem. Assim, as montagens dos equipamentos são normalmente realizadas de madrugada, momento onde o vento fica menos intenso na região de Icaraí de Amontada, Ceará.
O rotor dos aerogeradores é o equipamento composto por 03 pás e um "hub" (peça que permite a união das 03 pás). Cada pá pesa 13 toneladas e o "hub" tem 08 toneladas; assim, o conjunto (01 hub + 03 pás) pesa 47 toneladas. Cada pá tem quase 50 metros de comprimento, fazendo com que o rotor montado tenha cerca de 100 metros de largura.
As operações são iniciadas após, no mínimo, 30 minutos de ventos sem rajadas e abaixo da velocidade crítica de 12 metros por segundo. Esses parâmetros são fundamentais para que haja total segurança nos trabalhos.
Os números acima são importantes para se ter uma ideia da complexidade da operação. E para enriquecer a compreensão, as fotos abaixo mostram a operação de montagem no Parque Eólico da Queiroz Galvão Energias Renováveis.
Pá ancorada
Início do içamento do equipamento de 47 toneladas
Panorâmica com equipamentos posicionados ao redor
Rotor elevado a 100 metros de altura
Ajuste fino para encaixe do equipamento de 47 toneladas, com ventos abaixo de 40 km/h

Aquecedor solar pode exigir mudança no encanamento da residência


noticias educacao financeira cuidados com seu imovel  : Energia solar pode ser usada para produzir eletricidade e aquecer água
Paineis solares podem ser instalados sobre telhas de cerâmica, sem a necessidade de reforço de estrutura (Foto: Thinkstock/ Getty Images)
Há décadas, a radiação solar é utilizada para produzir eletricidade em espaçonaves e grandes usinas, que abastecem as cidades. Nos últimos anos, porém, tem sido cada vez mais comum o uso dessa energia, limpa e renovável, para abastecer casas. Mais do que produzir eletricidade, os paineis solares caseiros também podem ser usados para aquecer a água, dispensando – ou diminuindo – o uso de chuveiros elétricos ou mesmo de aquecedores a gás.
Eletricidade a partir do Sol
O professor Erik Rego, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, explica que as células fotovoltaicas – nome técnico das placas solares – captam a radiação do Sol e a transformam em energia. “Os fótons da luz solar atingem a célula fotovoltaica, e parte deles é absorvida. Esses fótons despertam os elétrons do material semicondutor das células, gerando assim eletricidade”, conta. Essa eletricidade é conduzida por uma fiação até um inversor, sendo instalado um pouco depois do relógio de luz.
As placas são leves e, em telhados de cerâmica, não precisam de reforço para serem instaladas. “Um telhado aguenta um adulto, então aguenta o peso das placas”. O valor do equipamento varia de acordo com a energia que se pretende produzir. Em uma casa com consumo médio de 300kW/h por mês, o proprietário gastará, em média, cerca de 5 mil reais com a estrutura para captação de eletricidade. “Se a conta de luz mensal for 120 reais, em três anos ele paga o investimento”.
Apesar de limpa, a energia solar tem um porém. Ela só pode ser consumida durante o dia, quando é produzida. Erik explica que o maior consumo das casas acontece durante a noite, justamente quando as placas não estão sendo utilizadas. Existem duas soluções para isso, mas os custos não são viáveis. A primeira é a compra de baterias que armazenem eletricidade produzida durante o dia. Porém, além de caras, as baterias provocam um passivo ambiental. “Quando se desgastam, as baterias precisam ser descartadas”, comenta Erik. Por conterem metais pesados, que contaminam o solo, elas exigem um cuidado especial.
Outra solução é a troca de eletricidade com a concessionária de energia local. O excedente produzido pela casa é injetado no sistema da distribuidora de eletricidade e revertido em créditos, quando o consumidor tiver um consumo futuro. Erik conta que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já regulamentou a prática e a implementação depende das concessionárias. O problema é que essa prática exige um relógio de luz especial, que mede a energia consumida e produzida. E esse relógio é caro demais para ser instalado em casas.

Aquecimento solar
noticias educacao financeira cuidados com seu imovel  : Energia solar pode ser usada para produzir eletricidade e aquecer água
Reservatório de água também pode ser instalado em estrutura de metal (Foto: Thinkstock/ Getty Images)
Placas mais simples podem ser instaladas nas casas para fazer o aquecimento da água. As placas captam o calor do sol e o transferem para o líquido por meio de uma tubulação que passa por dentro delas. A água aquecida é armazenada num reservatório, para ser utilizada ao longo do dia. Apesar de a placa ser mais barata – é possível achar aquecedores solares por 900 reais – essa forma de aproveitamento da energia solar exige um gasto maior nas estruturas complementares.
“O aquecimento solar da água exige a construção do reservatório, que é uma espécie de segunda caixa d’água”, conta Erik. Esse ‘boiler’ é apoiado em uma pequena estrutura de tijolos, mais ou menos como uma caixa d’água comum. “Não dá para fazer um sistema de aquecimento em um telhado de amianto, por exemplo. É preciso uma estrutura mais reforçada”, explica o professor. O ponto crítico em relação ao sistema é a tubulação. “É preciso um encanamento adaptado à água quente”.
Um encanamento comum, com tubos de PVC, não é um bom isolante térmico. A água perderia seu calor antes de chegar ao chuveiro. Para que o aquecimento solar desse certo, seria preciso uma tubulação de cobre ou mesmo de novos compostos plásticos, muito mais caros que os canos comuns. “Recomenda-se instalar as placas solares em casas que já tenham aquecimento a gás”, explica Erik. A troca to encanamento encareceria muito a obra, diminuindo a eficiência econômica do sistema.
Se for instalado, o aquecimento solar pode dispensar, ou mesmo diminuir o consumo de gás para aquecer a água. Em uma casa com pouca gente, onde as pessoas tomam menos banhos, o aquecedor solar é suficiente, porém, explica Erik, em uma família maior, ele pode ser usado em complemento ao aquecedor a gás. “É preciso também ter uma tubulação de água fria. A água que vem do reservatório pode estar quente demais, incomodando os moradores”, conta.
Fonte: Globo

domingo, 27 de outubro de 2013

Construção de um aquecedor solar com o objetivo de :

1- Aplicar os conteúdos desenvolvidos nas disciplinas de Fenômeno dos Transportes e Fisica II.
2- Verificar a eficiência deste tipo de aquecedor alternativo para aquecimento de água.
3- Acrescentar dispositivos de energia alternativa no projeto de habitação social da UCPel..
4- Apresentação do projeto dentro do XIX ULACAV.

Atividades realizadas nos dias 23 e 24 de outubro com participação dos Alunos:
ADENILSON VELLEDA DA SILVA
CICERO TEIXEIRA COUTINHO
DEBORAH MACHADO PEREIRA
IGOR MEICHTRY FORTES DA SILVA
JORGE AIRTON RAMAJE JUNIOR
LUCAS MATEUS BEHLING RADATZ
LUCAS MENDES PEREIRA
LUCAS SIGA THOMAZ
MANUELA TORRES ECHENIQUE
MATHEUS BUENO CORREA
VICTOR CAMPOS LOPES
VITORIA URRUTIA LOVATTO

Coleta do material

A preparação do mesmo

A montagem do painel

Preparando o suporte

Finalizando a montagem